“E eu aceito nele o que eu não aceitaria em ninguém”, alguma vez, eu disse isto. Droga. E também, de repente, sou eu sorrindo por pensar nele... É o meu peito ardendo de saudade dele. Sou eu padecendo por cada pormenor que ele usa para me convencer – propositalmente ou não – de que não gosta de mim da mesma maneira… Droga, droga, droga…
   Paro e tento… Escrever. Um nada qualquer, um naco que tenha para alguém ou para mim mesma, gosto de tudo. Poderia ser sobre isso mas eu não consigo, sinto-me uma covarde: seria como querer dizer e esperar você ir embora para fazê-lo. Não posso, não devo.

Comentários

  1. A primeira frase diz tudo. E será isto inconsciente? Ou nós escolhemos assim por amor ?

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