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Mostrando postagens de Fevereiro, 2012
O pulso acelerado
denuncia-me diante de ti;
Coração descompassado:
tanto o quer, tanto se ri.

Não há, meu grande homem,
nada que nos possa ombrear.
A obstinação que o mantém longe
não distancia nosso abraçar,
meu eterno hábito
de o somente amar.

Salvo em teus lábios
- lembrança que não deixo cessar -,
o manter-me em eterno aguardo,
eterno desejo do teu regressar.
And you will be my eyes
My everything
My after all
An offering
To my memories:
A rusty knife,
My sweetest dream...
My wish to fly.

Now I've found these arms open
make me secure this is real
heal me, take me,
I will
never
let go of them.

We'll make it all...
Just both of us.

You'll be my cry
My sinking hope
My truth last sigh
My shrunken soul
My dying voice
My losing sole
An impish desire
My wander night
My time to blow.

Cissura

Não procuro interagir. Resguardada do ridículo, do silêncio ruborizado, do júri, do abandono, do supérfluo, prefiro permanecer alheia sem necessitar esforço demasiado. Não me agrada buscar por. Se o faço, é involuntário.
Incomoda-me mesmo tentar conhecer-me, sondar-me, falar-me. Capturando o que me preenche o pensamento, dirijo-me ao vazio, ao leitor invisível, ao que não há e, seguramente, não haverá.
Contradições infindas, incontestáveis: tão igualmente cheias de razão; questões para não se responder, mas concordar.
Deparo-me há tempos em um cruzamento. Tanto tempo que me pergunto se houve dia em minha vida em que nele não me encontrei. Todas as vias parecem-me de superioridade semelhante, diferentemente idênticas, porquanto detenho-me a examiná-las e a com elas devanear. Jamais seguir, entretanto. Difícil convencer-me. Talvez eu tema o perene, decisões das quais não devo me arrepender, caminhos pelos quais jamais poderei regressar (acho que uma tatuagem e um par de olhos verdes fizera…