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Please, don’t
Please leave me here all by my thoughts
Contemplating this warming love
Although, so many times, so tepid love
I’m sorry that I can’t get over
Sorry is an excuse I can’t get over
Don’t you make me hurt you
‘Cause it’s so lame to blame you for my words
It’s so cruel from the Universe
To put you with someone you don’t deserve
Leave me with the loneliness that I earn, then
Leave me with the loneliness that I consume
When I am not allowed to serve you
Every time I hurt you is an irreparable bleeding
That I truly wish that could have never happened
I could never ask of you to see
That I was drowning
And every misunderstood is one more wave into this sea
Every mile you stop walking
Is one more wave
That always seems to be the last
‘Cause I’m breathless
Suponho eufórico este nunca bastar,
Te amo como sempre quis
(Como sempre quis te amar!)
O metro e a rima já não cabem
Em meu brincar de versejar
Vivo a figura de linguagem
De querer sempre este amor
E querer-te, sempre, o amor
De em seus olhos velejar
Queira este amor amar-te sempre,
Respirando esta paixão, alimentando seu amar


Maybe I have lost myself from me     I feel like I'm close to discover     anything that's just right there     but I'm too troubled to see     and I can no more play the dodger          Trying to clean my own mess     am I ready to be redress     it is all inside my head, I know     just waiting to be figured out          Another night in my bed, alone     maybe I should get a job     and then I should quit     and then I should stop     being so cockish     I just never thought     that, one day, I'd might be so     so, so far from that heart
Todos os dias, eu penso em você e em como esse mundo é louco. Eu não tento mais evitar a saudade, deixo vir todas as lembranças que quiserem vir, e não lhe ver dói muito. Eu sei que não, mas sinto que se eu correr rápido, eu posso lhe alcançar; que se eu procurar direito, eu vou encontrar você.
Deitada como num sono de paz
A morte fria lhe soprou
Cortando-lhe os roncos sem lhe fechar os olhos
Pergunto-me onde estavam os meus pensamentos
Ela estava ao meu lado
Talvez, se eu tivesse acordado
Ela ainda estaria aqui
É tímido o agradecer, e quieto o bastante para não fazer notar o desesperado objetivo de findar as interações coercitivas oriundas dos educados votos de mal conhecidos. Aniversários são solitários e seria bom não pensar muito. Seria, na verdade, razoável esclarecer o pranto desta tarde (por que sempre fico entristecida nessa época?), mas o abraço desse silêncio impositivo soa confortavelmente mais importante, enquanto o pressiono contra a sua cintura - e todos os momentos que o fariam coerente preenchem o íntimo desse pranto, sem, no entanto, serem suficientes para justificá-lo.

II

Pende um grito de ajuda o cinza daqueles olhos diante do vazio da multidão. A boca seca, no entanto, não obedece àquele que sequer conhece o próprio âmago que, abstrato, insiste em deturpar a visão de si em uma plenitude mentirosa e inalcançável. Porque, erguendo-se de costas sobre o que poderia ser um vislumbre indeciso de vontade, de prazer, à censura permitiu que lhe fizesse seu fantoche, cujo fado seria a eterna busca pelo próprio ser nos remotos horizontes de outrem. Nunca, pois, nos arredores de si - o karma de jamais se ter, a angústica de nunca sentir.