Naquela terra de amores condenados e extintos, todos matavam – a si mesmos e uns aos outros –, e viviam aborrecidos uma vida de eufemismos, cada qual em seu jazigo empesteado, alimentando seus vermes tumulares, cada qual com seus receios e com seus anseios frustrados.
   Suas maiores belezas são suas tristezas, destruidoras e destruídas, refletidas somente quando o sol desponta, obscurecido, em meio a trevas.

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