Mágoa

Sou rendida a seus mandos calados,
eu sou escrava de meu amado.
Estou entregue aos meus sentimentos,
minha servidão é inegável.

Sem te tocar, trocar um olhar,
dividir minha dor e calar
com um beijo teu o meu penar,
vivo somente para sonhar…

Alimento esperança e temor,
alimento ainda meu amor.
Minha cura me condena,
meu alimento que me envenena.

A dor da ausência muito machuca,
mas não há espaço para ira.
Sim, está perdida a minha luta,
amor não foi feito para a vida.

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