Você me fez viver um câncer… Quando, me diga quando, o meu amor se tornou um câncer ?? You left me with no answer…
   Onde está seu amor desmedido, que não posso vê-lo ? Não posso enxergar no escuro, desculpe-me se frustrei suas expectativas… Não o esconda de mim, não, nunca, jamais, tape meus olhos.
   Já nem sei qual meu idioma, não me lembro como se respira. Não reconheço meu rosto. Quanto disto é culpa sua ?
   Você está sempre se virando para ir embora, e passando por mim como se eu não existisse, você não consegue enxergar na luz ? Ah, que aflição mais supérflua, claro, não te vejo mais. Enxergo sua face, seu vulto, seu tudo, noutros corpos. Pobres outros corpos, medíocres, simples e simploriamente outros corpos, nada mais.
   Será que você existiu, algum dia, ou eu inventei, sozinha, todo este drama ? caso sim, chamo-o então, melodrama. Meu fantasma, minha árvore de melodramas… E eu sempre preferi limoeiros, e ninguém nunca me perguntou.

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