A nós. À vida nossa. À imensidão do que sentimos. À alvura do riso vindo com o singelo pensar. À saudade. Ao conforto de querer bem.
   À melodia doce, cantando o sol num dia de chuva, cantando o dia numa noite de plangor; ao reerguer-se com o peito inflamado, orgulhoso do que é, de onde está; ao firme enlaçar de mãos; à jura sincera de afeto perene; ao companheirismo substituindo a resignação - todavia, à paciência; à mudez de momentos esmerados; aos abraços intermináveis - aos braços sem começo ou fim... A nós, ao infinito de quem somos, enfim.
   Invariavelmente... Apaixonadas.



Eu já matei você mil vezes
e seu amor ainda me vem.
Então me diga, quantas vidas você tem ?

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