É tímido o agradecer, e quieto o bastante para não fazer notar o desesperado objetivo de findar as interações coercitivas oriundas dos educados votos de mal conhecidos. Aniversários são solitários e seria bom não pensar muito. Seria, na verdade, razoável esclarecer o pranto desta tarde (por que sempre fico entristecida nessa época?), mas o abraço desse silêncio impositivo soa confortavelmente mais importante, enquanto o pressiono contra a sua cintura - e todos os momentos que o fariam coerente preenchem o íntimo desse pranto, sem, no entanto, serem suficientes para justificá-lo.

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