Maybe I have lost myself from me I feel like I'm close to discover anything that's just right there but I'm too troubled to see and I can no more play the dodger Trying to clean my own mess am I ready to be redress it is all inside my head, I know just waiting to be figured out Another night in my bed, alone maybe I should get a job and then I should quit and then I should stop being so cockish I just never thought that, one day, I'd might be so so, so far from that heart
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É tímido o agradecer, e quieto o bastante para não fazer notar o desesperado objetivo de findar as interações coercitivas oriundas dos educados votos de mal conhecidos. Aniversários são solitários e seria bom não pensar muito. Seria, na verdade, razoável esclarecer o pranto desta tarde (por que sempre fico entristecida nessa época?), mas o abraço desse silêncio impositivo soa confortavelmente mais importante, enquanto o pressiono contra a sua cintura - e todos os momentos que o fariam coerente preenchem o íntimo desse pranto, sem, no entanto, serem suficientes para justificá-lo.
II
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Pende um grito de ajuda o cinza daqueles olhos diante do vazio da multidão. A boca seca, no entanto, não obedece àquele que sequer conhece o próprio âmago que, abstrato, insiste em deturpar a visão de si em uma plenitude mentirosa e inalcançável. Porque, erguendo-se de costas sobre o que poderia ser um vislumbre indeciso de vontade, de prazer, à censura permitiu que lhe fizesse seu fantoche, cujo fado seria a eterna busca pelo próprio ser nos remotos horizontes de outrem. Nunca, pois, nos arredores de si - o karma de jamais se ter, a angústica de nunca sentir.
I
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Meu amor, você e eu Somos uma poesia E todos os nossos versos Só possuem rimas ricas. Meu amor, aos quinze anos Sonhei que te conhecia Mas, só, seguia contando Dos poemas os seus metros. Meu amor me devolveu A graça das redondilhas Essas, que eu já nem sabia Se ainda as teria perto, E aquelas todas que, um dia, Já cantavam como certo Esse todo meu amor, O amor que eu já o prometia
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Este riso fácil que te ri e que por horas trinca de desejo e morde-te o queixo prevê no doce deste zelo, nosso enleio, o deleite desmedido deste harmônico sentir Hoje, o teu corpo estatelado, fatigado será, do dia, a poesia ; os teus braços hão de afastar-me das coisas feias dessa vida, do desamor do momento em que não o conhecia. Não acompanha a minha vertigem tímida os teus inopinos lampejos Sujeito-me, a qualquer momento, a um devaneio de, para sempre, querer ser o teu amor... Os teus receios, em segredo, deixam-me cá à deriva com teu ser amor fazendo-nos, plenos, poesia