Their eyes would be staring (If they had any eyes) Those skeletons walking, They're singing 'bout the story of the life I didn't... The life I never. The streamers tearing up in the dark of this endless, shameless night They make anyone think we are More somber than I, at least, would deserve Feel like fading away But I'm just a little asleep Could you, please, just let me go(t)? Or give me some trustable hand? I made a wish for those skeletons to can not sing anymore But I'm sitting in my bad, bad luck And I just cannot get up
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Quando pensei em você E em como você sumiu E li todas aquelas notícias E ouvi todo aquele silêncio Eu me senti estranha Parte de mim estava desaparecida também "Em um lugar melhor", diriam. Mas, pra mim, Estava apenas mais quieta E um pouco dolorida. Quando pensei em você E em como você sumiu E li todas aquelas notícias E ouvi todo aquele silêncio Meu caro, devo confessar Que perdi todo meu interesse Ao saber que -você- ainda vivia.
Ano Três
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Vim escrever com muita coisa a dizer, mas sem conseguir amarrar as ideias. Este blog foi criado no mesmo dia em que me veio o desejo de tê-lo. Nele está implícita minha vontade de ser lida, do começo ao fim - ânsia petulante, veja: as vezes em que escrevi a alguém real, sempre repudiei a ideia de ser exposta a todos eles e elas. Porém, de certa forma, o "risco" foi aceito: não sou um personagem. Não sou um personagem; ainda assim, não é sobre mim que este blog deveria ser, mas sim sobre poesia. Era pra ser a minha desopressão entregue e passível dos pesares de quem quisesse, da maneira que quisesse. Mas, falhei. Falhei tão terrivelmente que sequer consigo terminar este período para iniciar o próximo de forma digna. De uns tempos pra cá, tenho fugido do compromisso que arquei quando fiz o H-Pov. Tenho desejado apagar todo o seu infeliz começo, fingir que aquilo lá não existiu. Tenho escrito também...
Monções
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Bons ventos te trazem eu já sabia que sim bons ventos me ouvem te guiam por mim * Bons ventos te trazem que eles te guardem que eles te ousem que eles te cuidem * Bons ventos te trazem que eles nos salvem Juízos que rompem que eles me parem * Bons tempos te trazem mas já não o querem Que eles nos poupem que eles te levem. (de volta pro longe)
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Declarar isso pode ser o equivalente a assinar um atestado de estupidez ou ignorância (ou ambos). Eu sou mesmo muito burra (mas não do tipo de burrice que se conserta... Eu não sou remendável, sou burra - e muito), então, que diferença faz ? Onde parei ? Ah, sim. Eu não gosto de ler livros que já li, digo, reler algo - isso inclui o que eu mesma escrevo - e não gosto de ver filmes que já vi. Não tem graça, a verdade é essa. Até digo que não me importo em perder novamente três horas para acompanhar alguém (no plural), mas, eu realmente detesto na maior parte das vezes. Apesar disso e por qualquer motivo que não cabe dizer, comecei a reler-me, de trás pra frente, e percebi que estou vivendo um filme - arg - repetido. Com um certo ar de preguiça, deparo-me com um castelo de areia destruído em sua bagunça... Com a única e singela diferença que o silêncio de outrora é o que hoje mais tenho alegria em alcançar - já couberam palavras e pa...
"Cursinho"
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Não gosto deste lugar. Não gosto de como as pessoas daqui são mentirosamente acompanhadas. Não gosto de como tudo parece insensivelmente cinza e desbotado. É impossível não associar este lugar às coisas que ficaram pra trás, que deixaram-me à sua porta, jamais acompanhando-me até seu interior. Aqui é tão frio e tem sempre aquela atmosfera de silêncio e vazio. Tem cheiro de 'nunca'. Todos os risos aqui parecem sádicos. Todos aqui parecem sós; mesmo as paredes parecem desesperadas. Tudo aqui torna-se vão. O único fator agradável é a possibilidade de ir pra qualquer outro lugar.